Mão de obra feminina fundamental na industria bélica e na comunicação

A mão de obra feminina teve uma participação fundamental na industria bélica Americana durante a Segunda Guera Mundial.

Com os País e maridos indo lutar na Europa e Pacifico, as linhas de produção de AVIÕES , motores , munição e Rádios de Comunicações trens foram ocupados por mulheres.
De algumas centenas de RADIOAMADORES, existentes no final da I Guerra Mundial , o número de aficcionados teve um súbito crescimento a nível Global transformando-se na actual comunidade de largas centenas de milhar de experimentadores e COMUNICADORES unidos pelos interesse comum das COMUNICAÇÕES VIA RÁDIO.

Os RADIOAMADORES, têm ao longo das últimas décadas sido protagonistas de acções de assombroso humanismo.
Em certos Países Anglófonos um dos termos utilizados para designá-los é mesmo * ham Radio & que vem da expressão . * help all mann * ( ajudar todos os homens ). a qual se
acrescentaria… sem olhar a quem.

As formas de COMUNICAÇÃO são hoje tão complexas como aliciantes ,
desde comunicações por intermédio de Computadores (comunicações digitais ), como imagens através da tradicional telefonia. (uso da voz humanha ) e há ainda quem
actualmente ainda desfrute da utilização da forma mais antiga de
COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO…  A T E L E G R A F I A, utilizando o código
Morse.

TAMBÉM NAS GUERRAS HOJE SÃO USADOS COMPUTADORES, CELULARES ANDROIDS, O SISTEMA ECHOLINK E MEIOS SATELITES E ESPACIAIS NAS COMUNICAÇÕES MODERNAS SÃO CONSIDERADAS ARMAS PERIGOSSAS NA GUERRA TAMBÉM.

LUIZ RONALDO – PT2GL/PY3LR
BRASILIA-DF, EM 11 DE JUNHO DE 2012

Tempestade magnética solar chega à Terra e pode afetar comunicações via satélite

Maior erupção solar registrada desde 2005 lança partículas no espaço desde o último domingo

 

As comunicações via satélite na Terra podem sofrer interferências nesta semana e nem adianta ligar para sua operadora de telefonia, de televisão a cabo ou para o provedor de internet. A culpa é de uma tempestade magnética provocada por uma erupção que ocorreu no Sol no último domingo.

Esta é a maior erupção solar registrada desde 2005. Desta vez, o fenônemo está bombardeando a Terra com partículas magnéticas que podem perturbar as comunicações via satélite, de acordo com autoridades americanas que emitiram o comunicado nesta segunda-feira.

A erupção, que ocorreu no domingo perto do centro do sol, projetará partículas de prótons para a Terra até a próxima quarta-feira, advertiu a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).

— A própria erupção em si não tem nada de espetacular, mas ejetou ao espaço uma massa coronal (nuvem de plasma de intenso campo magnético) a uma velocidade fenomenal de 6,4 milhões de km/h — disse Doug Biesecker, físico do Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA.

Apesar de ser a tempestade deste tipo mais forte desde 2005, foi classificada como de categoria 3 em uma escala que vai até 5, afirmou Biesecker. Por isto, é considerada “forte”, mas não “grave”.

Segundo o site da NOAA na internet, um evento de categoria 3 pode causar alterações nos sistemas informáticos dos satélites, bem como nas comunicações por rádio nos pólos. A navegação aérea e as plataformas petrolíferas também podem ser afetadas nestas regiões.

— Não esperamos um grande impacto com um evento deste tipo — disse Biesecker.

Os moradores de Europa e Ásia também poderão aproveitar a noite desta terça-feira para admirar a aurora boreal, acrescentou.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2012/01/tempestade-magnetica-solar-chega-a-terra-e-pode-afetar-comunicacoes-via-satelite-3641338.html

Fragmentos de sonda russa caem no oceano Pacífico

DA REUTERS, EM MOSCOU
DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU

Fragmentos da sonda russa Fobos-Grunt, que fracassou em sua missão a Marte, caíram neste domingo no oceano Pacífico, às 17h45 (15h45 no horário de Brasília), informou a imprensa russa citando uma fonte do ministério da Defesa.

“Segundo nossos cálculos (…), a queda dos fragmentos da nave Fobos-Grunt ocorreu às 21h45 hora de Moscou (15h45 Brasília) no oceano Pacífico”, declarou o coronel Alexei Zolotujin, citado pela agência Interfax.

A queda da sonda foi precedida por uma série de informações contraditórias por parte da agência espacial russa Roscosmos, que primeiro previu o impacto no Oceano Índico, depois em Madagascar, em seguida no Atlântico, Argentina e finalmente na costa chilena, no Pacífico.

Os escombros da nave espacial foram estimados em cerca de 14 toneladas, que incluem 11 toneladas de combustível de foguete tóxico.

PRESA NA ÓRBITA

A sonda de US$ 165 milhões, projetada para recuperar amostras de solo da lua marciana Fobos, seria a primeira missão bem-sucedida interplanetária da Rússia em mais de duas décadas. Mas durante o lançamento com problemas em 8 de novembro, a sonda ficou presa em órbita, e desde então, vem aos poucos perdendo altitude, devido à atração gravitacional.

Especialistas dizem que a queda de lixo espacial traz pequenos riscos.

Um dos componentes que pode ser conservado com a queda é uma cápsula projetada especificamente para um pouso de volta na Terra em 2014, segundo informou o cientista Alexander Zakharov. “Essa é a cápsula que foi feita para trazer de volta amostras de Fobos. É decepcionante”, disse Zakharov.

Fobos-Grunt foi um dos cinco lançamentos russos com problemas no ano passado, que marcou comemorações do 50º aniversário do pioneiro Yuri Gagarin, que fez o primeiro voo espacial.

Em uma aparente tentativa de eximir-se de culpa, o chefe a agência espacial da Rússia insinuou haver uma sabotagem estrangeira na missão.

“Eu não quero culpar ninguém, mas existem meios muito poderosos para interferir com a nave espacial de hoje, cuja utilização não pode ser descartada”, disse Vladimir Popovkin ao jornal Izvestia.

De acordo com uma convenção da ONU, a Rússia poderá ser obrigada a pagar indenização pelos danos causados por escombros em queda.

Em 1981, a União Soviética pagou US$ 3 milhões ao Canadá para a limpeza de detritos radioativos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1034693-fragmentos-de-sonda-russa-caem-no-oceano-pacifico.shtml

Nasa confirma ejeção espontânea e pede auxílio a radioamadores

 

 

A missão FASTAST continuou a operar normalmente com outros cinco satélites científicos funcionando como o planejado.

A agência espacial americana, Nasa, confirmou ontem que o nano satélite experimental NanoSail-D ejetou espontaneamente da estrutura principal do satélite FASTSAT. A ejeção foi identificada pelos engenheiros do Centro Espacial Marshall, que estão solicitando a ajuda de radioamadores na captação dos sinais de rádio emitidos pelo artefato.

A equipe de pesquisadores responsáveis pelo experimento conta com os informes dos radioamadores para verificar se o satélite está em boas condições e se poderá completar a missão de vela solar para o qual foi projetado. Os sinais de telemetria estão sendo emitidos através de packet-radio na frequência de 437.270 MHz e qualquer informação poderá ser enviada diretamente ao centro de controle da missão, na Universidade de Santa Clara, em http://nanosaild.engr.scu.edu/dashboard.htm

Após a ejeção, um temporizador a bordo do satélite iniciou uma contagem regressiva de três dias. Quando chegar a zero, o que deverá ocorrer no sábado, um mecanismo automático iniciará o desdobramento de uma vela plástica de 9.2 metros quadrados, fundamental para a continuidade da missão.

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Para saber se a vela foi perfeitamente aberta os pesquisadores usarão os sinais de telemetria captados pelos radioamadores, por isso os informes estão sendo ansiosamente aguardados.

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“Estamos ansiosos para ouvir o sinal da telemetria nos dizer que está tudo bem com o satélite”, disse Dean Alhorn, engenheiro aeroespacial ligado ao Centro Marshall e principal investigador do experimento. “Nossa equipe está bastante confiante e acredita NanoSail-D esteja em boas condições e apto a conduzir a missão”, completou o cientista.

Planejada
A ejeção planejada foi iniciada no dia 6 de dezembro de 2010, quando os engenheiros confirmaram que o compartimento que abrigava o satélite havia sido aberto e o pequeno NanoSail-D havia sido ejetado. No entanto, análises feitas posteriormente indicaram que não havia evidências de que o objeto havia entrado em órbita, fazendo a equipe acreditar que NanoSail-D ainda permanecia dentro do corpo do satélite principal.

A missão FASTAST continuou a operar normalmente com outros cinco satélites científicos funcionando como o planejado.

“Sabíamos que o compartimento estava aberto e que NanoSail-D poderia ejetar-se por si próprio”, disse o diretor do projeto Mark Boudreaux. “Nessa manhã tivemos a confirmação de que isso realmente aconteceu”.
Se a abertura das velas ocorrer como previsto, NanoSail-D deverá permanecer em órbita baixa entre 70 e 120 dias, dependendo das condições de arrasto da atmosfera. O artefato foi projetado para de mostrar o funcionamento de abertura de uma vela solar compacta, que poderá ser usada como alternativa de propulsão. Além disso, a missão FASTSAT tem o objetivo de testar a habilidade de ejetar nanosatélites a partir de um microssatélite.

Fotos e Vídeo: No topo, Engenheiros do centro espacial Marshall, da Nasa, posam ao lado da vela solar, após o teste de abertura do dispositivo. Na sequência, o engenheiro Doug Huie, ligado à universidade do Alabama, ajusta cuidadosamente o mecanismo usado para liberar a vela solar. NanoSail-D mede 10 cm x 10 cm x 32 cm e pesa cerca de 4.5 quilos. Acima, vídeo mostra o mecanismo sendo testado no laboratório. Crédito: Centro Espacial Marshall, Nasa / Youtube / Apolo11.com.

Fonte: Apolo11 – http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Nasa_confirma_ejecao_espontanea_e_pede_auxilio_a_radioamadores&posic=dat_20110120-092013.inc